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Ela sabia que precisava dele. Mas tinha medo da compulsão. De querer ele sempre e sempre e pra sempre. E amanhã e depois. E de dia, e tarde, de madrugada. Pra dormir feliz…
— Tati Bernardi. (via sabedorias)
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Feliz dia dos… “Sua saia está muito curta.” “Seu cabelo fica mais bonito amarrado.” “Você passou maquiagem demais.” “Você não vai sair com esse short aí não.” “Olha o respeito sou seu pai.” “Sai da frente da TV estou vendo o jogo.” “Eu te amo e pra mim você nunca vai crescer.” Feliz dia dos heróis.
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Então eu chorei. Chorei porque estava difícil, porque não aguentava mais aquela situação. Chorei porque estava sozinho, porque não tinha ninguém pra me fazer sorrir ao invés de chorar. Chorei porque havia um nó insuportável na minha garganta a tempos, porque eu já estava me sentido sufocado. Chorei que por algum motivo ou razão, no fundo eu sabia que não iria resolver, mas sabia que iria aliviar bastante. Chorei porque tava doendo, e não era pouco. Porque estava apunhalando meu coração aos poucos … Chorei porque lembrei que faço tudo errado, e sempre tenho a arte manha de estragar tudo. Chorei porque não tinha ninguém ali … ou só porque você não estava ali …
— Dênis (via myfirstword)
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A Julieta era uma idiota. Porque ela se apaixona por aquele cara que ela sabe que não pode ter. Todo mundo acha isso tão romântico: Romeu e Julieta, amor verdadeiro, que triste. Se Julieta foi burra o bastante para se apaixonar pelo inimigo, beber uma garrafa de veneno e ir repousar num mausoléu, então ela teve o que merecia, e até hoje, eu acredito que, na maior parte do tempo, o amor é uma questão de escolhas. É uma questão de tirar os venenos e as adagas da frente e criar o seu próprio final feliz. Você pode desperdiçar sua vida construindo barreiras e fronteiras ou então você pode viver ultrapassando-as. Mas há algumas que são perigosas demais para serem cruzadas. E aí vai o que eu sei: se você estiver disposto a se arriscar, a vista do outro lado é espetacular.
— Grey’s Anatomy (via d-esprendida)
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